quinta-feira, 16 de junho de 2016

Novidades...



Queridas (os)

Por conta de inúmeros compromissos e alguns probleminhas mais, acabei deixando  meus blogs  um pouquinho abandonados, o que frustrou-me muuuuito, é claro! Mas, felizmente tudo está voltando ao normal e novamente estarei atualizando  os blogs, trazendo muitas novidades para vocês.
Só mais um tiquinho de paciência!


Sandra

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

PENSAMENTOS E ALTERAÇÕES MOLECULARES - Ciência comprova...




Com cada vez mais evidências de que o treinamento da mente ou indução de certos modos de consciência podem ter efeitos positivos para a saúde, os pesquisadores têm buscado entender como essas práticas afetam fisicamente o corpo. Um novo estudo realizado por pesquisadores em Wisconsin, Espanha e França relataram a primeira evidência de alterações moleculares específicas no corpo após um período de prática meditativa intensiva.

O estudo investigou os efeitos de um dia de prática meditativa intensiva em um grupo de meditadores experientes, em comparação a um grupo de indivíduos não treinados que se envolveram em atividades tranquilas não-meditativas. Após oito horas de prática de atenção plena, os meditadores mostraram uma gama de diferenças genéticas e moleculares, incluindo níveis alterados no mecanismo de regulação de genes e níveis reduzidos de genes pró-inflamatórios, que por sua vez se correlacionaram com uma recuperação mais rápida física de uma situação estressante.
"Para o melhor do nosso conhecimento, este é o primeiro trabalho que mostra alterações rápidas na expressão de genes dentro de assuntos relacionados com a prática meditativa", diz o autor do estudo, Richard J. Davidson, fundador do Centro de Investigação de Mentes Saudáveis ​​e William James e Professor Vilas de Psicologia e Psiquiatria da Universidade de Wisconsin- Madison.
"O mais interessante é que as mudanças foram observadas em genes que são os alvos atuais atuais de medicamentos anti- inflamatórios e analgésicos", diz Perla Kaliman, primeiro autor do artigo e pesquisador do Instituto de Pesquisa Biomédica de Barcelona, Espanha (CSIC - IIBB - IDIBAPS), onde foram realizadas as análises moleculares.

O estudo foi publicado no Jornal Psychoneuroendocrinology.

Treinamentos baseados em Meditação têm demonstrado efeitos benéficos sobre doenças inflamatórias em estudos clínicos prévios e são endossadas pela American Heart Association como uma intervenção preventiva. Os novos resultados proporcionam um possível mecanismo biológico para efeitos terapêuticos.

Atividade dos genes podem mudar de acordo com a percepção.

De acordo com o Dr. Bruce Lipton, a atividade do gene pode mudar numa base diária. Se a percepção em sua mente se reflete na química do seu corpo, e se o seu sistema nervoso lê e interpreta o meio ambiente e, em seguida, controla a química do sangue, então você pode literalmente mudar o destino de suas células, alterando seus pensamentos.

Na verdade, a pesquisa do Dr. Lipton ilustra que, alterando sua percepção, sua mente pode alterar a atividade dos seus genes e criar mais de trinta mil variações de produtos de cada gene. Ele dá mais detalhes, dizendo que os programas de genes estão contidos no núcleo da célula , e você pode reescrever os programas genéticos através da mudança de sua química sanguínea.

Em termos mais simples, isso significa que temos de mudar a nossa forma de pensar se queremos curar o câncer. "A função da mente é criar coerência entre as nossas crenças e a realidade que vivemos", disse o Dr. Lipton . "O que isto significa é que sua mente irá ajustar a biologia e o comportamento do corpo para se encaixar com suas crenças. Se lhe foi dito que você vai morrer em seis meses e sua mente acredita nisso, muito provavelmente você vai morrer em seis meses. Isso é chamado o efeito nocebo, o resultado de um pensamento negativo, que é o oposto do efeito placebo, onde a cura é mediada por um pensamento positivo."

Esta dinâmica aponta para um sistema de três partes: há a parte de você que jura que não quer morrer (a mente consciente), superada pela parte que acredita que você vai (prognóstico do médico mediada pela mente subconsciente), que em seguida, joga no sistema a reação química (mediada pela química do cérebro) para garantir que o corpo esteja de acordo com a crença dominante. (Neurociência reconheceu que o subconsciente controla 95 por cento da nossa vida.)

Agora o que acontece com a parte que não quer morrer, a mente consciente? Não irá impactar a química do corpo também? Dr. Lipton disse que se trata de como a mente subconsciente, que contém nossas crenças mais profundas, foi programado. São essas crenças que, finalmente, dão o voto final.

"É uma situação complexa", disse o Dr. Lipton. As pessoas têm sido programadas para acreditar que elas são vítimas e que elas não têm controle. Estamos programados desde o início com as crenças de nossa mãe e nosso pai. Assim, por exemplo, quando ficou doente, foi-nos dito pelos nossos pais que tivemos que ir ao médico, porque o médico é a autoridade sobre a nossa saúde. Todos nós recebemos a mensagem ao longo da infância que os médicos eram a autoridade sobre a saúde e que fomos vítimas de forças corporais além da nossa capacidade de controlar. A brincadeira, no entanto, é que as pessoas muitas vezes sentem-se melhores, no caminho para o médico. É quando a capacidade inata de auto-cura entra em ação, um outro exemplo do efeito placebo.

A Prática Meditativa Especificamente Afeta Vias Regulatórias

Os resultados do estudo de Davidson mostram uma diminuição da regulação de genes que tenham sido implicados na inflamação. Os genes afetados incluem os genes pró-inflamatórios COX2 e RIPK2, bem genes HDAC, que regulam a atividade de outros genes epigenéticamente pela remoção de um tipo de etiqueta química. Além do mais, a medida em que alguns desses genes foram reprimidos foi associada com uma recuperação rápida de cortisol a um teste de estresse social envolvendo um discurso de improviso e tarefas que exigem cálculos mentais realizados em frente de uma platéia e câmera de vídeo.

Os biólogos suspeitam há anos que algum tipo de herança epigenética ocorre em nível celular. Os diferentes tipos de células em nossos corpos fornecem um exemplo. As células da pele e células do cérebro tem diferentes formas e funções, apesar de ter exatamente o mesmo DNA. Devem haver mecanismos além do DNA - que fazem as células da pele tornarem-se células da pele quando se repartem.

Talvez surpreendentemente, dizem os pesquisadores, não houve diferença nos genes testados entre os dois grupos de pessoas no início do estudo. Os efeitos observados foram vistos apenas nos meditadores após a prática da atenção plena. Além disso, vários outros genes modificadores de DNA não mostraram diferenças entre os grupos, sugerindo que a prática específica de atenção plena afeta certas vias regulatórias.

O resultado principal é que os meditadores experimentaram mudanças genéticas seguintes à prática da atenção plena que não foram vistos no outro grupo após outras atividades tranquilas - um resultado que comprova o princípio de que a prática da atenção plena pode levar a alterações epigenéticas do genoma.

Estudos anteriores em roedores e em pessoas têm demonstrado respostas epigenéticas dinâmicas a estímulos físicos, tais como estresse, dieta ou exercício dentro de apenas algumas horas.

"Nossos genes são bastante dinâmicos na sua expressão e estes resultados sugerem que a calma da nossa mente pode realmente ter uma influência potencial sobre a sua expressão", diz Davidson.

"A regulação de HDAC e vias inflamatórias podem representar alguns dos mecanismos subjacentes ao potencial terapêutico das intervenções baseadas em meditação", diz Kaliman. "Nossas descobertas definiram as bases para futuros estudos para avaliar melhor as estratégias de meditação para o tratamento de condições inflamatórias crônicas."

Crenças Subconsciente são as Chaves


Muitos pensadores positivos sabem que bons pensamentos e afirmações - recitadas por horas a fio - não trazem sempre os resultados que os livros prometem.

Dr. Lipton não discutiu este ponto, porque os pensamentos positivos vêm da mente consciente, enquanto que pensamentos negativos contraditórios são normalmente programados na mais poderosa mente subconsciente.

"O grande problema é que as pessoas estão conscientes de suas crenças e comportamentos conscientes, mas não de crenças e comportamentos subconscientes. A maioria das pessoas nem sequer reconhece que a sua mente subconsciente está em jogo, quando o fato é que a mente subconsciente é um milhão de vezes mais poderosa do que a mente consciente e que operamos 95 a 99 por cento de nossas vidas a partir de programas subconscientes.

"Suas crenças subconscientes estão trabalhando para você ou contra você, mas a verdade é que você não está controlando a sua vida, porque sua mente subconsciente substitui todo o controle consciente. Então, quando você está tentando se curar a nível consciente e dizendo a si mesmo afirmações que você é saudável, pode haver um programa subconsciente invisível que está sabotando você."

O poder da mente subconsciente é elegantemente revelado em pessoas expressando múltiplas personalidades. Embora ocupando a mentalidade de uma personalidade, o indivíduo pode ser severamente alérgico a morangos. Então, em experimentar a mentalidade de uma outra personalidade, ele ou ela como os morangos sem conseqüência.

A nova ciência da epigenética promete que cada pessoa no planeta tem a oportunidade de tornar-se quem realmente é, com poder inimaginável e capacidade para operar a partir de, e caminhar para, as maiores possibilidades incluindo a cura de nossos corpos, da nossa cultura e viver em paz.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

sexta-feira, 30 de outubro de 2015


"Gostosuras ou travessuras??"

A cada uma de vocês, amigas "guerreiras" e maravilhosas, que  regem suas vidas com as forças da natureza, respeitando a criação, seja planta, bicho, gente, e cuja sensibilidade é usada  em prol do bem comum...

Um magnífico e abençoado HELLOWEEN !!!!

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

quinta-feira, 13 de agosto de 2015



O corpo fala...

Não trate apenas dos sintomas, tentando eliminá-los sem que a causa da enfermidade seja também extinta. A cura real somente acontece do interior para o exterior ...

Sim, diga a seu médico que você tem dor no peito, mas diga também que sua dor é dor de tristeza, é dor de angústia.

Conte a seu médico que você tem azia, mas descubra o motivo pelo qual você, com seu gênio, aumenta a produção de ácidos no estômago.

Relate que você tem diabetes, no entanto, não se esqueça de dizer também que não está encontrando mais doçura em sua vida e que está muito difícil suportar o peso de suas frustrações.

Mencione que você sofre de enxaqueca, todavia confesse que padece com seu perfeccionismo, com a autocrítica, que é muito sensível à crítica alheia e demasiadamente ansioso.

Muitos querem se curar, mas poucos estão dispostos a neutralizar em si o ácido da calúnia, o veneno da inveja, o bacilo do pessimismo e o câncer do egoísmo. Não querem mudar de vida.

Procuram a cura de um câncer, mas se recusam a abrir mão de uma simples mágoa.

Pretendem a desobstrução das artérias coronárias, mas querem continuar com o peito fechado pelo rancor e pela agressividade.

Almejam a cura de problemas oculares, todavia não retiram dos olhos a venda do criticismo e da maledicência.

Pedem a solução para a depressão, entretanto, não abrem mão do orgulho ferido e do forte sentimento de decepção em relação a perdas experimentadas.

Suplicam auxílio para os problemas de tireóide, mas não cuidam de suas frustrações e ressentimentos, não levantam a voz para expressarem suas legítimas necessidades.

Imploram a cura de um nódulo de mama, todavia, insistem em manter bloqueada a ternura e a afetividade."...


Fonte : REIKI AMOR INCONDICIONAL
Por Adriana
Ilustração Richard Gere
Compartilhado de Ana Claudia Accioly

sexta-feira, 3 de abril de 2015

domingo, 8 de março de 2015

sábado, 21 de fevereiro de 2015

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Nesse Carnaval, vamos cair na folia sem sair da real...

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Abujamra declama "Loucos e santos"...


10 sinais de que você não sabe educar um filho

Abaixo estão 10 atitudes indicativas de que você está sendo um mau pai e uma mamãe não tão boa quanto pensa. Cuidado, você pode se decepcionar.

*


  • 1. Você não castiga quando seu filho faz algo errado

    Seja sempre instável e nunca cumpra com sua palavra, o resultado será surpreendente. Dar tarefas é o mesmo que oferecer a oportunidade da criança conquistar mais responsabilidades, caso ela não cumpra seu dever sofrerá uma consequência. O castigo por não realizar uma tarefa ensinará a regra básica da vida, afinal criança ou adulto ao descumprirmos o que nos cabe colhemos algo negativo. O castigo pode ser um período sem o brinquedo preferido, um tempo sem assistir o desenho predileto, o importante é combinar com antecedência e cumprir o combinado sempre. Se você prometeu um castigo, imponha o que prometeu.
  • 2. Não estabelece limites

    Quer ser um péssimo pai ou uma péssima mãe é só deixar seu filho se criar sozinho. Sozinho ele não respeitará as regras, na verdade não haverá regras. Por mais que as crianças digam algo parecido como "eu só quero fazer o que gosto!" ou "parem de mandar em mim". Toda criança necessita de limites, eles pedem isso o tempo todo. Quando se sentem soltas demais passam a testar os adultos até encontrar alguém que se importe com elas o suficiente para impor as regras que necessitam. Sim, elas entendem os limites como demonstração de afeto.
    Impor regras, limitar, traçar uma linha a ser seguida é promover a segurança do indivíduo em formação. Essas limitações as tornará mais seguras, conhecendo e respeitando sem sofrimento as regras da família e da sociedade.
    Isso não significa negar tudo o tempo todo. Por exemplo, em vez de negar um sorvete, você pode dizer que sim, mas somente após almoçar.
  • 3. Prolonga demais os limites

    Um dos principais erros de pais e mães "durões" é manter os limites da primeira infância e não reajustá-los. Enquadrar os limites em cada fase do seu filho irá proporcionar maior autonomia e confiança em sua capacidade. Não estenda os limites por muito tempo, aquilo que ele ou ela não podiam fazer aos 5 anos, aos 10 pode ser que já consigam. E ao completarem 10 anos necessitarão de novas regras. Uma boa conversa sobre criar ou anular novas diretrizes pode ser bem produtiva e colaborativa.
  • 4. Cede constantemente

    Uma cena bem familiar a todos os pais é uma criança chorar ao ouvir um não, insistir, argumentar até o adulto ceder e fazer sua vontade. As crianças possuem um grande poder de negociação e usam seu conhecimento sobre as limitações dos pais para alcançarem o que querem. Sabem que seu pai não suporta uma manha ou que sua mãe morre de vergonha quando se joga no chão ao andarem pelo shopping. Sabe que ao se jogar ela vai ceder e comprar o carrinho. Mostre para sua prole que "não" é a resposta mais curta e "de jeito nenhum" é a resposta mais longa que terão para a negociação que o pequeno quer impor. Aconteça o que acontecer mostre que você não vai ceder, logo ele entenderá que "não" é "não" e pronto. Não ceder não significa mostrar quem manda, mas sim revela ao seu filho que você é constante, responsável e que conhece o melhor para ele. Isso aumentará a confiança dele em você.
  • 5. É um serviçal

    Trabalho não é punição, é presente. Nada vem fácil na vida de ninguém. Para que alcancemos qualquer coisa precisamos pagar um preço. Faça seu filho entender isso logo cedo, caso contrário você se verá chateado por diversas vezes quando ele for adolescente e não conseguir cuidar dele próprio. Ensine-o a juntar seus brinquedos, limpar e organizar o que for possível, elabore tarefas compatíveis com sua faixa etária.
  • 6. Intimida sua criança

    A intimidação pode parecer a solução quando o grito e choro se instalam na sua casa. Logo você grita, aponta o dedo e ele fica calado como se dissesse "eu te respeito papai e você é a autoridade aqui". Mentira! Ele ficou quieto pois percebeu que você perdeu o controle de si e da situação. Ao perceber que irá "perder as estribeiras" tome essas atitudes e recupere seu autocontrole:
    • Respire fundo
    • Conte até 10
    • Relaxe o corpo
    • Coloque as mãos no bolso ou segure as mãos do seu filho.
    • Concentre-se no problema, não na criança.
    Outra dica importante é sempre estar no nível do seu filho e o encarar nos olhos, seja para corrigir, elogiar ou apenas conversar, preocupe-se em abaixar-se. A altura que os separa irá intimidar e não causar a aproximação necessária para resolver o problema.
  • 7. É amigo demais e não pai

    Você é o melhor amigo do seu filho? Não queira ser. Ele precisa e deseja que você seja o pai ou a mãe. Estudos mostram que quando você for um professor, um líder, um fornecedor e um disciplinador, só então será um pai. Seu filho deve respeitar sua autoridade como pai primeiro. Então confiará em você mais do que em qualquer outro amigo. Muitos podem ser amigos dele, inclusive você, mas a figura paterna e materna ele só encontrará em vocês.
  • 8. Compara e critica

    O abuso verbal pode retardar e afetar negativamente o desenvolvimento cerebral das crianças. Provocando angústia mental, depressão e baixa auto-estima.
    Comparações negativas não estimulam as crianças, nem ninguém, a agir de maneira melhor. Pelo contrário só provoca desmotivação. Procure fazer o contrário: identifique as qualidades e os pontos positivos de seus filhos e mostre que você o aprecia. Ao querer desabafar ou tratar de alguma situação negativa que eles provocaram, não confie em conversas codificadas, crianças são inteligentes e logo entenderão tudo o que você está dizendo.
  • 9. Faz demais para ele sempre

    Seja comprando tudo o que ele pede ou tudo o que você deseja comprar. Seja auxiliando em todo e qualquer projeto ou tarefa que ele precisa desenvolver. Caso você faça além da conta sempre, certamente estragará o seu filho. O que ele busca na verdade, não são os celulares ou brinquedos lançados ontem, nem ajuda em tudo o que for fazer. Ele deseja mesmo é mais presença, mais tempo gasto em não fazer nada.
  • 10. Não sabe ouvir

    Seu filho pede ajuda ou simplesmente lhe conta algo e você já começa "na minha época...". O que quer na verdade é que você o escute mais. Ouça-o, sente-se com ele, peça para lhe dizer o que deseja alcançar, pergunte como deseja chegar a tal resultado, preste atenção no seu filho, seus sentimentos e emoções, saiba mais sobre os desafios e realizações diárias, pergunte como pretende colocar a solução em ação, e peça para filtrar as ideias levantadas para que alcance o objetivo.
    Fazendo assim você estará oferecendo incentivo e eventualmente fazendo perguntas para colher mais informações. Se possível, pode sim perguntar se deseja saber sua opinião, mas esteja preparada para a negação e aceite-a. Muitas vezes a função dos pais é colocar as mãos no bolso, respirar fundo, confiar e deixar o filho viver as próprias experiências. Os filhos estão preparados para caminharem sozinhos, muitos pais não estão prontos para a constante maturidade que o filho conquista a cada dia.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

BOAS FESTAS!!


Que o  Espírito do Natal esteja presente junto a cada um de nós, inundando-nos de Amor, Fé, Esperanças e muuuita Saúde, para que no decorrer do Novo Ano que já desponta no Horizonte, estejamos plenos e fortalecidos para  a nova jornada.

A todos vocês, meus sinceros agradecimentos pela amizade e carinhosa atenção.

Beijos da Sandra Hasmann!!!

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Lançamento...

Entrevista no programa CONTRAPLANO , da TV Câmara de Jacareí






Já está a venda pelo site da Ed. Scortecci: www.asabeca.com.br

quarta-feira, 11 de junho de 2014

ORIGEM DO DIA DOS NAMORADOS


O Dia dos Namorados é uma data comemorativa, não oficial, destinada aos casais de namorados, pretendentes e apaixonados. É tradição a troca de presentes, bombons e cartões com mensagens de amor entre namorados ou pessoas que se amam. Aqui no Brasil, esta data é comemorada em 12 de junho. Em outros países, como nos Estados Unidos, por exemplo, a comemoração ocorre em 14 de fevereiro (Dia de São Valentim – Valentine’s Day).

História da data (14 de fevereiro) - Origem do Dia de São Valentim
A comemoração desta data remonta o Império Romano. Um bispo da Igreja Católica, São Valentim, foi proibido de realizar casamentos pelo imperador romano Claudius II. Porém, o bispo desrespeitou a ordem imperial e continuou com as celebrações de matrimônio, porém de forma secreta. Foi preso pelos soldados e condenado à morte. Enquanto estava na prisão, recebeu vários bilhetes e cartões, de jovens apaixonados, valorizando o amor, a paixão e o casamento. O bispo Valentim foi decapitado em 14 de fevereiro do ano 270. 

Em sua homenagem, esta data passou a ser destinada aos casais de namorados e ao amor. A comemoração passou a ser realizada todo 14 de junho, principalmente, na Europa e, posteriormente (século XVII), nos Estados Unidos.

História do Dia dos Namorados no Brasil (12 de junho)
No Brasil, a data apresenta uma história bem diferente, pois está relacionada ao frei português Fernando de Bulhões (Santo Antônio). Em suas pregações religiosas, o frei sempre destacava a importância do amor e do casamento. Em função de suas mensagens, depois de ser canonizado, ganhou a fama de “santo casamenteiro”. 

Portanto, em nosso país foi escolhida a data de 12 de junho por ser véspera do dia de Santo Antônio (13 de junho). Assim como em diversos países do mundo, aqui também é tradição a troca de presentes e cartões entre os casais de namorados.

O Dia dos Namorados nos Estados Unidos
Nos Estados Unidos o dia dos namorados é chamado de Valentine’s Day. Celebrado em 14 de fevereiro, a comemoração é feita de uma forma diferente da brasileira. Nos Estados Unidos a data é comemorada, principalmente, por namorados, casais casados, noivos, amigos e pessoas que se amam (entre pais e filhos também é comum). Os que se amam demonstram, nesta data, todo seu amor através da troca de cartões, flores, chocolates e presentes. Os cartões costumam ser confeccionados pela própria pessoa, o que dá um toque bem criativo e pessoal a data.

(fonte: http://www.suapesquisa.com/datascomemorativas/dia_dos_namorados.htm)

sexta-feira, 16 de maio de 2014

O TEMPO E AS JABUTICABAS


Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver 

daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquela 
menina que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ela 
chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.



Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. 
Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir 
quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos.



Não participarei de conferências que estabelecem prazos fixos 
para reverter a miséria do mundo. Não quero que me convidem 
para eventos de um fim de semana com a proposta de abalar o milênio.
Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir estatutos, normas, procedimentos e regimentos internos. 



Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, 
que apesar da idade cronológica, são imaturos.



Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões
de 'confrontação', onde 'tiramos fatos a limpo'. 



Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral.



Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: 'as pessoas 
não debatem conteúdos, apenas os rótulos'. 



Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a 
essência, minha alma tem pressa...



Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente 
humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não 
foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, 
e deseja tão somente andar ao lado do que é justo. 



Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse
amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo.'
O essencial faz a vida valer a pena.

Rubem Alves

quarta-feira, 7 de maio de 2014

A ORIGEM DO DIA DAS MÃES



A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses.

O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.

Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de "O Hino de Batalha da República".

Mas foi outra americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 Ana, filha de pastores, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A ideia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.

Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.

Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Em breve tempo, mais de 40 países adotaram a data.

"Não criei o dia das mães para ter lucro"
O sonho foi realizado, mas, ironicamente, o Dia das Mães se tornou uma data triste para Anna Jarvis. A popularidade do feriado fez com que a data se tornasse uma dia lucrativo para os comerciantes, principalmente para os que vendiam cravos brancos, flor que simboliza a maternidade. "Não criei o dia as mães para ter lucro", disse furiosa a um repórter, em 1923. 

Nesta mesmo ano, ela entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, sem sucesso.
Anna passou praticamente toda a vida lutando para que as pessoas reconhecessem a importância das mães. Na maioria das ocasiões, utilizava o próprio dinheiro para levar a causa a diante. Dizia que as pessoas não agradecem freqüentemente o amor que recebem de suas mães. "O amor de uma mãe é diariamente novo", afirmou certa vez. Anna morreu em 1948, aos 84 anos. Recebeu cartões comemorativos vindos do mundo todos, por anos seguidos, mas nunca chegou a ser mãe.

Cravos: símbolo da maternidade
Durante a primeira missa das mães, Anna enviou 500 cravos brancos, escolhidos por ela, para a igreja de Grafton. Em um telegrama para a congregação, ela declarou que todos deveriam receber a flor. As mães, em memória do dia, deveriam ganhar dois cravos. Para Anna, a brancura do cravo simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Durante os anos, Anna enviou mais de 10 mil cravos para a igreja, com o mesmo propósito. Os cravos passaram, posteriormente, a ser comercializados.

No Brasil
O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.


Texto compilado das seguintes fontes
- Pesquisa de Daniela Bertocchi Seawright para o site Terra,
http://www.terra.com.br/diadasmaes/odia.htm
Fontes / Imagens:
· Norman F. Kendall, Mothers Day, A History of its Founding and its Founder, 1937.
· Main Street Mom
· West Virginia Oficial Site

- O Guia dos Curiosos - Marcelo Duarte. Cia da Letras, S.P., 1995.

- Revista Vtrine - artigo - Abril, S.P., 1999

segunda-feira, 21 de abril de 2014

TEORIA DAS JANELAS PARTIDAS


Imagem
Há alguns anos, a Universidade de Stanford (EUA), realizou uma experiência de psicologia social. Deixou duas viaturas idênticas, da mesma marca, modelo e até cor, abandonadas na via pública. Uma no Bronx, zona pobre e conflituosa de Nova York e a outra em Palo Alto, uma zona rica e tranquila da Califórnia. Duas viaturas idênticas abandonadas, dois bairros com populações muito diferentes e uma equipe de especialistas em psicologia social estudando as condutas das pessoas em cada local.
Resultou que a viatura abandonada em Bronx começou a ser vandalizada em poucas horas. Perdeu as rodas, o motor, os espelhos, o rádio, etc. Levaram tudo o que fosse aproveitável e aquilo que não puderam levar, destruíram.Contrariamente, a viatura abandonada em Palo Alto manteve-se intacta.
Mas a experiência em questão não terminou aí. Quando a viatura abandonada em Bronx já estava desfeita e a de Palo Alto estava há uma semana impecável, os pesquisadores partiram um vidro do automóvel de Palo Alto. O resultado foi que se desencadeou o mesmo processo que o de Bronx, e o roubo, a violência e o vandalismo reduziram o veículo ao mesmo estado que o do bairro pobre. Por quê que o vidro partido na viatura abandonada num bairro supostamente seguro, é capaz de disparar todo um processo delituoso? Evidentemente, não é devido à pobreza, é algo que tem que ver com a psicologia humana e com as relações sociais.
Um vidro partido numa viatura abandonada transmite uma idéia de deterioração, de desinteresse, de despreocupação. Faz quebrar os códigos de convivência, como de ausência de lei, de normas, de regras. Induz ao “vale-tudo”. Cada novo ataque que a viatura so fre reafirma e multiplica essa idéia, até que a escalada de atos cada vez piores, se torna incontrolável, desembocando numa violência irracional.
Baseados nessa experiência, foi desenvolvida a ‘Teoria das Janelas Partidas’, que conclui que o delito é maior nas zonas onde o descuido, a sujeira, a desordem e o maltrato são maiores. Se se parte um vidro de uma janela de um edifício e ninguém o repara, muito rapidamente estarão partidos todos os demais. Se uma comunidade exibe sinais de deterioração e isto parece não importar a ninguém, então ali se gerará o delito.
Se se cometem ‘pequenas faltas’ (estacionar em lugar proibido, exceder o limite de velocidade ou passar com o sinal vermelho) e as mesmas não são sancionadas, então começam as faltas maiores e delitos cada vez mais graves.Se se permitem atitudes violentas como algo normal no desenvolvimento das crianças, o padrão de desenvolvimento será de maior violência quando estas pesso as forem adultas.
Se os parques e outros espaços públicos deteriorados são progressivamente abandonados pela maioria das pessoas, estes mesmos espaços são progressivamente ocupados pelos delinquentes.
A Teoria das Janelas Partidas foi aplicada pela primeira vez em meados da década de 80 no metrô de Nova York, o qual se havia convertido no ponto mais perigoso da cidade. Começou-se por combater as pequenas transgressões: lixo jogado no chão das estações, alcoolismo entre o público, evasões ao pagamento de passagem, pequenos roubos e desordens. Os resultados foram evidentes. Começando pelo pequeno conseguiu-se fazer do metrô um lugar seguro.
Posteriormente, em 1994, Rudolph Giuliani, prefeito de Nova York, baseado na Teoria das Janelas Partidas e na experiência do metrô, impulsionou uma política de ‘Tolerância Zero’. A estratégia consistia em criar comunidades limpas e ordenadas, não permitindo transgressões à Lei e às norm as de convivência urbana. O resultado prático foi uma enorme redução de todos os índices criminais da cidade de Nova York.
A expressão ‘Tolerância Zero’ soa a uma espécie de solução autoritária e repressiva, mas o seu conceito principal é muito mais a prevenção e promoção de condições sociais de segurança. Não se trata de linchar o delinqüente, pois aos dos abusos de autoridade da polícia deve-se também aplicar-se a tolerância zero.
Não é tolerância zero em relação à pessoa que comete o delito, mas tolerância zero em relação ao próprio delito.Trata-se de criar comunidades limpas, ordenadas, respeitosas da lei e dos códigos básicos da convivência social humana.
Essa é uma teoria interessante e pode ser comprovada em nossa vida diária, seja em nosso bairro, na rua onde vivemos.
A tolerância zero colocou Nova York na lista das cidades seguras.
Esta teoria pode também explicar o que acontece aqui no Brasil com corrupção, impunidade, amoralidade, criminalidade, vandalismo, etc.
Reflita sobre isso!