segunda-feira, 13 de outubro de 2008


AS ESCOLHAS SÃO NOSSAS. AS AÇÕES SÃO NOSSAS

É ESPERADO DOS HUMANOS UM DESPERTAR, UMA ABERTURA PARA OS CONCEITOS ESPIRITUAIS, NO MÍNIMO UM ESPAÇO ENTRE UMA RESPOSTA IMPULSIVA E UMA IDÉIA DIFERENTE NA AÇÃO.

É ESPERADO DOS HUMANOS ESCOLHAS. É ESPERADO DOS HUMANOS AÇÕES MAIS CONSCIENTES. É ESPERADO DOS HUMANOS UMA APROXIMAÇÃO DA SUA CONSCIÊNCIA DIVINA, UMA ELEVAÇÃO DOS PENSAMENTOS E PROPÓSITOS.

MUITAS VEZES PODEMOS NÃO SABER COMO AGIR FRENTE A UM DESAFIO. PODEMOS ATÉ SOFRER COM A DÚVIDA SOBRE QUAL A ATITUDE CORRETA. DEUS É UMA FORÇA POSITIVA E CHEIA DE AMOR QUE SUPRE TODAS AS NECESSIDADES HUMANAS, MAS NÃO NOS PRIVA DOS APRENDIZADOS. POREM, SOFRER OU APRENDER COM AS VICISSITUDES DA VIDA, DEPENDE DE CADA UM.

O PODER UNIVERSAL QUE A TUDO PERMEIA, TAMBÉM ESTÁ NO NOSSO INTERIOR E SE MANIFESTA NESTE MUNDO FENOMÊNICO ATRAVÉS DE REGRAS E LEIS DIVINAS.

COMO A” LEI DO RETORNO” QUE TRAZ PARA NÓS O FRUTO DE NOSSA AÇÃO, COMO A “LEI DO AMOR”, QUE NOS CONECTA ONDE EXISTA AMOR, COMO A “LEI DA NÃO-RESISTÊNCIA” FRENTE AOS ALTOS E BAIXOS DO DESTINO. MUITAS SÃO AS LEIS DA MENTE DIVINA.

SITUAÇÕES COMPLICADAS SÃO DESDOBRAMENTOS DE ESCOLHAS DO PASSADO.

AO ACHAR-SE VÍTIMA DE UM DESTINO INFELIZ, É IMPORTANTE ABRIR A MENTE E MUDAR ESTA CRENÇA.

CLARO QUE NEM TUDO ACONTECE COMO DESEJAMOS, NEM TODAS NOSSAS INICIATIVAS CHEGAM A UM LUGAR FELIZ, MAS TUDO TEM APRENDIZADO E LIBERTAÇÃO SE NOS ABRIRMOS PARA RECEBER.

MESMO ESCOLHAS INCONSCIENTES, QUE SÃO ATOS REFLEXOS, NOS QUAIS NÃO PENSAMOS, TAMBÉM SÃO ESCOLHAS.

A OMISSÃO – ISTO É, NÃO FAZER NADA – DEIXANDO A VIDA LEVAR ATÉ UMA SOLUÇÃO QUALQUER, TAMBÉM É UMA ESCOLHA...

A REAÇÃO A UMA AGRESSÃO É UMA ESCOLHA, PORQUE MESMO NUMA SITUAÇÃO IMPULSIVA DE RAIVA E DE ERRO, É POSSÍVEL NÃO REVIDAR E AGIR DE FORMA MAIS LÚCIDA E NÃO ENTRAR NA RODA DE SAMSARA DOS ATOS IMPENSADOS.

O HOMEM FOI FEITO À IMAGEM E SEMELHANÇA DE DEUS, NÃO APENAS NA HARMONIA DO CORPO FÍSICO, MAS TAMBÉM NAS INFINITAS POSSIBILIDADES DO SEU PENSAMENTO.

LEMBREMOS-NOS QUE PODEMOS PENSAR DIFERENTE DO QUE PENSAMOS HOJE, PODEMOS AGIR DIFERENTE DO QUE AGIMOS HOJE, PODEMOS MUDAR TUDO NA NOSSA VIDA.

às vezes as pessoas se sentem tão fragilizadas que aceitam condições terríveis para si mesmas. Deixam de acreditar que são filhas e filhos de Deus e que se aceitarmos as mudanças naturais da vida seremos muito mais felizes.

Quem sabe SE a dor e o sofrimento vêm para nos libertar? Afinal, não se fazem omeletes sem quebrar os ovos.

Quando umA PESSOA aceita o seu poder pessoal é certo que terá mais força, lucidez e entendimento para enfrentar qualquer prova em sua vida.

NÃO FOI DEUS QUEM CRIOU OS DESAFIOS PARA ENFRENTARMOS. FOMOS NÓS QUE GERAMOS A NECESSIDADE DE PASSAR POR ELES.

GEREMOS AGORA UMA CONEXÃO MAIS AMOROSA E TRANQÜILA E OBSERVEMOS OS FRUTOS QUE EM BREVE VIRÃO.



Fonte – http://somostodosum.ig.com.br/c.asp?i=4802

quarta-feira, 8 de outubro de 2008





REMÉDIO EFICAZ CONTRA QUEIMADURAS


Num curso de 'AGENTE DE SAÚDE COMUNITÁRIA' me ensinaram que, na hora da queimadura, seja lá a extensão que for, a primeira providência é colocar a parte afetada debaixo de água fria corrente até que o calor diminua e pare de queimar outras camadas de pele.
Depois devemos passar clara de ovo, levemente batida.

Pois, pasme, na semana passada, uma amiga, queimou uma grande parte da mão com água fervendo.
Colocou então a mão em baixo da torneira, bastante tempo, para tirar aquele calor inicial, porque a dor era violenta.
Então abriu 2 ovos e separou as claras, bateu um pouco, e ficou com a mão naquela coisinha chata, que era a clara.
Estava tão queimada a mão, que assim que ela colocava a clara em cima secava e ficava uma pelí­cula, que depois ficou sabendo que era colágeno natural.
Ficou pelo menos uma hora colocando camadas de claras na mão.
À tarde, não sentia mais dor alguma, e no dia seguinte apenas havia a marca vermelha arroxeada onde havia queimado. Pensou que ficaria com uma cicatriz horrível, mas para sua surpresa, depois de 10 dias não está com nenhuma marca do acontecido. Nem a cor da pele mudou.
A parte queimada foi totalmente recuperada pelo colágeno existente na clara de ovos, que na verdade é uma placenta cheia de vitaminas.

Repasse!
Sempre existe alguém que pode precisar.


Instituto de Botânica
Seção de Ficologia
Caixa Postal 4005
01061-970 São Paulo, SP, Brasil

terça-feira, 7 de outubro de 2008


EDUCAÇÃO : UM EXERCÍCIO DO OLHAR



Pensamos saber algumas coisas sobre educação. Entre elas, se não somos educadores, pensamos que cabe ao educador educar, e aos outros exercer cada um a sua profissão.

Os pais e as mães consideram-se educadores, mas não tanto quanto os educadores profissionais. Acham-se amadores nesta área, quase incapazes de enfrentar situações que desafiam a rotina familiar.

Esquecemos -e alguns educadores profissionais também esquecem- que educar é tarefa para todos, de todos os instantes, e que cada um está equipado para cumpri-la.



Porque educar é uma questão, basicamente, de olhar. A arte de educar é uma arte do olhar.

É arte de dar luz. Temos perdido a mestria nesta arte, ao considerar o olho como um coletor de informações, um caçador de imagens, um orgão sugador de realidade. Apenas. Ficamos cegos ao fato de que temos a capacidade de construir mundos do tamanho e à imagem do nosso olhar : estreitos e maldosos ou vastos e belos.



O olho já foi comparado ao Sol, e como tal poderíamos reaprender a usá-lo; como um doador, um gerador de Vida, um amadurecedor de mundos, enfim, um "acendedor" : lembremos a postura hierática dos girassóis, fascinados pelo Sol, soberbos ao refleti-Lo.



Neste sentido, se o verdadeiro ato de olhar é generoso, ele exige cuidado e zelo (trata-se de recobrar a função solar do olho), para que raios não sejam interrompidos por julgamentos e, de maneira geral, para não interpor nada no trajeto da luz despendida: às vezes, o trajeto é longo, e o objeto distante (da nossa compreensão, por exemplo).



E paradoxalmente, querendo ser solar, o educador aprende a humildade e a paciência: ele aprende a não iluminar (e consequentemente alimentar) apenas o que sabe nomear e que aparece talvez como desvio, porque ele não subordina a distribuição da sua luz à sua capacidade de discernimento; ou seja, ele é capaz de discernir e oferecer luz ao irreconhecível, e ele tem assim a ousadia de lançá-la onde é mais necessária: na escuridão. Incansavelmente ele procura o lado positivo das coisas (às vezes minúscula faceta) para vivificá-lo. Ele optou pelo bem, e, talvez, pela dificuldade.



Educar então consiste em optar pelo difícil exercício de treinar e usar o nosso olho bom. Não se trata de ignorar o penoso, mas de incluí-lo numa perspectiva maior, porque a realidade é assim: infindável. Trata-se, sim, de perder o hábito de vislumbrar o "mal" (reduzindo a Vida a caricaturas, já que o olhar maléfico a coagula no instante de uma de suas inumeráveis configurações, retirando-lhe o dom mágico da transformação) onde se deveria ouvir gritos de socorro, sinais querendo ser compreendidos por um raio benevolente, capaz de pressentir o "bom" através dos gemidos da Vida pisoteada; e capaz de fortalecê-lo pelo simples fato de considerá-lo.



Trata-se de não produzir uma sombra onde o "crescente” (eventualmente procurando direção, como o galho da árvore através de seus muitos meandros) almejava por luz.

Trata-se de corrigir o nosso olhar quando, travado na sua própria mesquinhez, devolve o enxergado (porque há sempre uma devolução, mesmo que o queiramos ignorar) maculado pela recusa em compreender aquilo que, vivaz e procurando irromper, se esconde atrás do aparentemente "mau", ou aquilo que estiver a murchar por falta de luz e calor (humano, no caso).

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Nossa tarefa de educar consiste em desbastar as trevas com o nosso olhar, não em fixar limites e normas ao crescimento e ao progresso, com um olhar que julga, nomeia, e, no fim das contas, prende.



Ninguém tem a obrigação ou a capacidade de entender tudo. (O entendimento intelectual aliás é algo muitas vezes empobrecedor). Mas de compreensão que abraça, oferece luz e calor ao inimaginável, todos nós somos capazes.



Todos nós somos capazes de ponderar sobre maus olhares que assentaram más interpretações tais como: mentira, egoísmo, inveja, maldade, crueldade, e condenaram almas a tão dolorosos meios de expressar a Vida, a distorções resultando de privação de luz, testemunhos do formidável poder de influência que temos uns sobre os outros. Testemunhos também da força incrível da Vida que habita em cada um de nós, e da Sua capacidade em descobrir e trilhar os caminhos os mais negros, curtos e insensatos, quando Lhe for barrado o acesso aos outros.

Todos nós somos capazes de não deter o nosso olhar sobre aquilo que não passa de ganga espessa encobrindo o metal precioso. Todos nós somos capazes de adubar o melhor, em vez de, movidos por sentimentos tais como reprovação ou indignação, que nos eximem de qualquer responsabilidade, cultivar o daninho com o nosso olhar adulterado, fisgador de aparências.



Podemos exercitar o nosso bom olhar (o equipamento do educador), refletindo sobre algumas dessas aparências. Assim, quando fisgamos, por exemplo, a inveja no outro (e nesse exercício de educar, o outro, o educando, o recipiendário virtual, são todos os que nos circundam, é o mundo inteiro ansiando por mais luz), por que não indagarmos: quão pouco enxergo e esclareço a beleza desta pessoa, de tal modo que só lhe resta invejar a dos outros (ou um sucedâneo desta)?

Quando fisgamos a maldade: quão pouco ofereço o modelo da minha bondade, de tal modo que só resta ao outro interpelá-la com o seu oposto, a maldade?

Quando se trata do egoísmo: quão pouco esquento o outro com o meu olhar, de tal modo que só lhe resta proporcionar este calor desolado a si mesmo?

E se for a mentira: quão pouco tenho clareado a imensidão que nos cerca, de tal modo que só resta ao outro mentir, para não sufocar no mundo acanhado que, mentindo-lhe, tenho construído em volta dele?

Ou ainda o furto e a venalidade: quão pouco aos corruptos foram proporcionados espectáculos de olhares benevolentes e doadores, de tal modo que só lhes resta explorar as sendas corrompedoras da apropriação indevida de falsos valores, já que os verdadeiros não lhes foram aclarados e não puderam vingar?

Este exercício poderá ser modulado até o infinito, porque o desafio de educar não exige menos do que isso, e lembrando que:



"O olho não teria nunca percebido o Sol se não tivesse primeiro tomado a forma do Sol, da mesma maneira, a alma não pode enxergar a beleza sem ela mesma ter se tornado bela, e cada um há de se tornar belo e divino a fim de alcançar a visão da beleza e da divindade.” (Plotino)



Eis a dimensão do empreendimento: educar, alcançando a discrição da divina beleza dos atuais atores da Vida, nossos conTerrâneos.

Céline LORTHIOIS, Hermes, São Paulo, número 1, janeiro 1994.

domingo, 5 de outubro de 2008


ORAÇÃO DO POLÍTICO CONSCIENTE

Senhor...

Ajuda-me a dizer a verdade diante dos fortes
e a não dizer mentiras para ganhar o aplauso dos fracos.
Se me dás fortuna, não me tires a razão.
Se me dás o sucesso, não me tires a humildade.
Se me dás humildade, não me tires a dignidade.
Ajuda-me a enxergar o outro lado da moeda.
Não me deixes acusar o outro por traição aos demais, apenas por não pensar igual a mim.
Ensina-me a amar aos outros como a mim mesmo.
Não deixes que me torne orgulhoso se triunfo, nem cair em desespero se fracasso.
Mas recorda-me que o fracasso é a experiência que precede ao triunfo.
Ensina-me que perdoar é um sinal de grandeza e que a vingança é um sinal de baixeza.
Se não me deres o êxito, da-me forças para aprender com o fracasso.
Se eu ofender às pessoas, dá-me a coragem para desculpar-me,
e se as pessoas me ofenderem, dá-me a grandeza de perdoá-las.
Senhor , se eu me esquecer de ti , nunca te esqueças de mim.
Mahatma Gandhi