segunda-feira, 28 de julho de 2008




QUEM TE FAZ FELIZ ?





Durante um seminário para casais, perguntaram a uma das esposas: -

'Seu marido a faz feliz? Ele a faz feliz de verdade?'



Neste momento, o marido levantou seu pescoço, demonstrando total segurança.

Ele sabia que a sua esposa diria que sim, pois ela jamais havia

reclamado de algo durante o casamento.

Todavia, sua esposa respondeu a pergunta com um sonoro 'NÃO', daqueles

bem redondos e retumbantes!

- 'Não, o meu marido não me faz feliz'! (Neste momento o marido já

procurava a porta de saída mais próxima).

- 'Meu marido nunca me fez feliz e não me faz feliz! Eu sou feliz'.

E continuou:

- 'O fato de eu ser feliz ou não, não depende dele; e sim de mim.

Eu sou a única pessoa da qual depende a minha felicidade.

Eu determino ser feliz em cada situação e em cada momento da minha

vida, pois se a minha felicidade dependesse de alguma pessoa, coisa ou

circunstância sobre a face da Terra, eu estaria com sérios problemas.

Tudo o que existe nesta vida muda constantemente: o ser humano, as

riquezas, o meu corpo, o clima, o meu chefe, os prazeres, os amigos,

minha saúde física e mental. E assim eu poderia citar uma lista

interminável.

Eu decido ser feliz!

Se tenho hoje minha casa vazia ou cheia: sou feliz!

Se vou sair acompanhada ou sozinha: sou feliz! Se meu emprego é bem

remunerado ou não: eu sou feliz!

Sou casada mas era feliz quando estava solteira. Eu sou feliz por mim mesma.

As demais coisas, pessoas, momentos ou situações eu chamo de

'experiências que podem ou não me proporcionar momentos de alegria e

tristeza'. Quando alguém que eu amo morre eu sou uma pessoa feliz num

momento inevitável de tristeza.

Aprendo com as experiências passageiras e vivo as que são eternas como

amar, perdoar, ajudar, compreender, aceitar, consolar.

Há pessoas que dizem: hoje não posso ser feliz porque estou doente,

porque não tenho dinheiro, porque faz muito calor, porque alguém me

insultou, porque alguém deixou de me amar, porque eu não soube me dar

valor, porque meu marido não é como eu esperava, porque meus filhos

não me fazem felizes, porque meus amigos não me fazem felizes, porque

meu emprego é medíocre e por aí vai.

Eu amo meu marido e me sinto amada por ele desde que nos casamos. Amo

a vida que tenho mas não porque minha vida é mais fácil do que a dos

outros. É porque eu decidi ser feliz como indivíduo e me

responsabilizo por minha felicidade. Quando eu tiro essa obrigação do

meu marido e de qualquer outra pessoa, deixo-os livres do peso de me

carregar nos ombros. A vida de todos fica muito mais leve. E é dessa

forma que consegui um casamento bem sucedido ao longo de tantos anos'.

Nunca deixe nas mãos de ninguém uma responsabilidade tão grande quanto

a de assumir e promover sua felicidade.

SEJA FELIZ, mesmo que faça calor, mesmo que esteja doente, mesmo que

não tenha dinheiro, mesmo que alguém o tenha machucado, magoado, mesmo

que alguém não o ame ou não lhe dê o devido valor.



(www.antonioroberto.com.br)



"NINGUÉM FAZ NINGUÉM FELIZ, CADA UM CONSTROI SUA PRÓPRIA FELICIDADE E A COMPARTILHA COM O PRÓXIMO." (A.R.)

segunda-feira, 14 de julho de 2008


Quando o luxo vem sem etiqueta...

O cara desce na estação do metrô de NY vestindo jeans, camiseta e
boné, encosta-se próximo à entrada, tira o violino da caixa e começa
a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora
do rush matinal.
O vídeo da apresentação no metrô está no You Tube:

http://www.youtube. com/watch? v=hnOPu0_ YWhw

Durante os 45 minutos que tocou, foi praticamente ignorado pelos
passantes, ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos
maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas
num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais
de 3 milhões de dólares.
Alguns dias antes Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde
os melhores lugares custam a bagatela de 1000 dólares.
A experiência, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar
ligeiro, copo de café na mão, celular no ouvido, crachá balançando no
pescoço, indiferentes ao som do violino. A iniciativa realizada pelo
jornal The Washington Post era a de lançar um debate sobre valor,
contexto e arte.
A conclusão: estamos acostumados a dar valor às coisas quando estão
num contexto.
Bell era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem
etiqueta de grife.

terça-feira, 1 de julho de 2008


VOCÊ MERECE AMOR ??

Quando indagamos a algumas pessoas se elas se consideram merecedoras de amor, muitas podem a principio até responder a pergunta com uma afirmativa. Porém, em seu cotidiano, acabam se acomodando em situações que em nada refletem este pensamento.

Considerar-se merecedor de amor é uma atitude interior diretamente relacionada a uma sólida auto-estima. Quando você se ama verdadeiramente, acredita que tem direito a ter sempre o melhor que a vida tem a oferecer.

Existem aqueles que identificam a vida com a idéia de sacrifício, de sofrimento inevitável, ao qual se habituam de modo conformado, por acreditar que não existe outra maneira de se viver, pelo menos não para elas.

Já os que se consideram merecedores de amor, sempre procuram, em cada situação, encontrar a saída mais objetiva, aquela que apresente o menor índice de estresse e desgaste possível.

Respeitar a nós mesmos exige, a cada momento, que façamos escolhas adequadas, em sintonia com este sentimento. Isto inclui afastar ou pelo menos manter o mais distante possível de nós, pessoas ou situações que violentem nossa individualidade.

...
O amor próprio nos torna mais seletivos e às vezes mal compreendidos por aqueles que insistem em invadir nosso espaço, tanto interior, como exterior.
Ele não é característico do ego e nem deve ser confundido com arrogância ou orgulho. É simplesmente a consciência de nosso poder interior, é reconhecer nossas qualidades, sem que façamos comparações ou nos sintamos inferiores ou superiores a quem quer que seja.

Somos seres únicos, cada qual carregando sua própria individualidade e expressando, à sua maneira, a essência divina comum a toda espécie humana.
Quanto mais nos conectarmos com esta essência, maior será a consciência de nosso valor.

...
"...Amor não é algo que você tenta ganhar do outro. E essa tem sido toda a história do amor – todo mundo está tentando ganhar amor do outro, tanto quanto possível. Ambos estão tentando ganhar e, naturalmente, ninguém está ganhando nada.
O amor não é algo a ser obtido.
Amor é algo a ser dado.
Mas você só pode dar quando você o tem.

Você tem amor dentro de você? Você já se fez essa pergunta?
Quando, sentado em silêncio, você já observou? Você tem alguma energia de amor para dar?
Você não tem; nem os outros têm. Então você cai em um relacionamento de amor. Ambos fantasiam, fingindo que vão dar ao outro o próprio paraíso. Ambos estão tentando convencer o outro que "Quando você se casar comigo, as mil e uma noites da Arábia ficarão esquecidas - nossas noites, nossos dias serão todos dourados".
Mas você não sabe que não tem nada a dar. Todas essas coisas que você está dizendo estão relacionadas ao que você quer ganhar. E o outro está fazendo o mesmo. Uma vez casados, então virão os problemas, porque ambos estão esperando as mil e uma noites e nem mesmo uma noite indiana está acontecendo!
Então vem uma raiva, uma fúria que, pouco a pouco, se torna venenosa.
O amor se transformando em ódio é um fenômeno muito simples, porque todo mundo se sente traído.

O relacionamento humano precisa de compreensão.
Minha sugestão é: medite. Torne-se mais e mais silencioso, calmo, tranqüilo. Deixe uma serenidade surgir em você.
Isso lhe ajudará de mil e uma maneiras, não apenas no amor".

...
OSHO, Sermons in Stones.

Texto:Elisabeth Cavalcante